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6.10.17

Heley um martim da educação

Heley de Abreu professora de 43 Anos, doou sua vida de modo heroico salvando os seus queridos alunos, tão pequenos frágeis indefesos, que foram queimados em Jaúna no norte de Minas Gerais na quinta dia 05 de outubro de 2017. Várias crianças foram queimadas e 4 inocentes de 4 anos apenas, morreram fruto de um desvaneio de um vigilante que se matou na sua demência.
Preciso deixar meus pesames e os meus sentimentos por essa professora, que além de mestre era mãe de três filhos, inclusive tinha um filho de 3 meses na casa, que nunca mais verá sua mãe.
É com lágrimas nos olhos que escrevo isto, e sinto, como cada um que tem sentimento no coração, a tristeza e a alegria. A tristeza de saber que uma professora morreu, o mundo ficou mais triste, com a retirada prematura de uma educadora. E a felicidade, de saber que Heley tinha um espirito educador, protetor, autruista, entregou a propria vida para salvar vidas.
Não consigo imaginar tal situação.
-Você como o responsavel a proteger indefesos, e logo se vê na situação de escolher entre defender, ou entregar a vida para salvar futuros.
Heley fez a atitude mais nobre, salvou. E acabou morrendo queimada.
Quando queimar seu dedo na boca do fogão. Multiplique por mil e saberá o que ela sentiu.
Ela salvou crianças, filhos que ela adotou para sí, tal qual os melhores educadores que existem. Ela via cada criança ali naquela sala de aula como uma ave que precisa proteger debaixo de suas asas.
Meus sentimentos querida educadora, descanse em paz e saibas que Deus se alegrou muito do seu ato, e eu não poderia ser indiferente e deixar passar este fato, meu coração chora e sorri.



Crônicas de um Velho Jovem

29.9.17

Mapa de músculos e exercícios físicos

Segue minha pesquisa de um mapa de musculos com exercícios fisicos, foi a maior imagem que encontrei.

Crônicas de um Velho Jovem

San Junipero, Black Mirror, Enredo e Crítica


"San Junipero" é o quarto episódio da terceira temporada da série de ficção científica britânica Black Mirror. Estrelado por Mackenzie Davis e Gugu Mbatha-Raw, o episódio foi escrito pelo criador da série e showrunner Charlie Brooker com a direção de Owen Harris. A estreia aconteceu pela Netflix em 21 de outubro de 2016, juntamente com os demais episódios da terceira temporada.
O episódio recebeu elogios pela crítica, com muitos considerando-o como o melhor episódio da terceira temporada; Ele também foi elogiado por ser mais alegre e positivo em comparação a outros episódios de Black Mirror.
O episódio se passa no que a primeira vista parece ser uma vila na Califórnia, San Junipero, no ano de 1987. Uma reservada jovem tímida, Yorkie (Mackenzie Davis), está visitando San Junipero pela primeira vez, ela entra desajeitadamente em um bar local chamado Tucker's. De repente, Kelly (Gugu Mbatha-Raw), uma animada menina festeira, senta ao lado de Yorkie, fingindo que as duas são amigas para tentar despistar Wes, um homem que Kelly namorou uma vez. Kelly faz com que Wes saia dizendo que precisa passar um tempo de qualidade com Yorkie, que só tem cinco meses para viver. Kelly e Yorkie então se conhecem de verdade. Sua tensão sexual sobe até Kelly convidar Yorkie para dançar e Yorkie aceita, mas, cada vez mais envergonhada, corre para fora do bar. Quando Kelly vem atrás dela e se oferece para fazer sexo com ela, Yorkie diz a Kelly que ela está noiva de um homem chamado Greg. Isso não impede os avanços de Kelly, mas Yorkie, embora claramente interessada, finalmente se afasta.
Na semana seguinte, Yorkie tenta uma série de estereótipos extravagantes nos estilos dos anos 80 antes de desistir e retornar ao bar. Ela novamente encontra Kelly, que está flertando com um novo homem até que ela e Yorkie se encontram no banheiro. Yorkie agora diz a Kelly que ela está pronta, e elas se beijam e vão para o bangalô de Kelly para fazer sexo. Yorkie revela que é a primeira vez que ela teve relações sexuais com qualquer pessoa, homem ou mulher, e Kelly revela que ela já foi casada com um homem por um longo tempo e é bissexual. A cena termina quando o relógio bate na meia-noite.
Na semana seguinte, Yorkie procura, mas não consegue encontrar, Kelly. Localizando Wes, Yorkie pergunta a ele onde Kelly está, mas seu único conselho é "tentar achá-la em um momento diferente" e que ele "a viu nos anos 80, 90 e em 2002 uma vez". Yorkie passa as semanas seguintes naqueles tempos, procurando por Kelly. Ela finalmente a encontra em 2002, em um clube jogando Dance Dance Revolution. Kelly a afasta, e Yorkie, que está ferida, diz a ela para sair fora. Uma frustrada Kelly soca um espelho, e o vidro quebrado imediatamente se repara. Sentindo-se mau, Kelly encontra Yorkie e confessa que, na realidade, ela está morrendo e tinha pretendido somente ter um divertimento sem fazer uma conexão genuína com qualquer um em San Junipero. As duas dormem juntas novamente, e Kelly diz a Yorkie que ela quer conhecê-la na vida real. Yorkie hesita, mas com a insistência de Kelly diz para ela a sua localização.
No mundo real na atual década de 2040, as consciências dos mortos ou moribundos podem ser carregadas em um sistema de realidade simulada, onde eles podem viver na cidade de fantasia de San Junipero como seus outros "eu" mais jovens para sempre. As pessoas vivas podem visitar San Junipero para períodos de teste, mas são limitadas a ficar cinco horas por semana. Uma idosa Kelly (Denise Burse) vive em uma instalação de vida assistida, morrendo de câncer. Ela vai visitar a Yorkie do mundo real, que é uma mulher completamente paralisada sobrevivendo apenas por um suporte vitalício. Yorkie ficou paralisada mais de 40 anos antes, quando seus pais a rejeitaram por ser lésbica e, consequentemente, ela bateu com seu carro que foi para fora da estrada.
Com a recente tecnologia de San Junipero, Yorkie tem tido a chance de viver uma vida plena novamente; Seu plano é ter uma eutanásia e passar sua vida após a morte dentro do sistema de realidade virtual: um processo tecnológico chamado "passagem". Como sua família tem objeções religiosas à assinatura dos papéis permitindo que ela seja desconectada do suporte vital, ela planeja casar legalmente com Greg, seu enfermeiro, para que ele possa substituir oficialmente sua autoridade. Ao saber disto, Kelly espontaneamente pede uma visita de alguns minutos com Yorkie em San Junipero, onde ela propõe se casar no lugar de Greg, e Yorkie aceita com entusiasmo. Elas se casam, e Kelly então autoriza a eutanásia de Yorkie, que ocorre algumas horas após o casamento.
Yorkie fica bastante feliz pela sua "passagem" definitiva para San Junipero, mas está frustrada que Kelly só é capaz de se juntar-se a ela por cinco horas por semana. Ela pede a Kelly para se juntar a ela em tempo integral na vida após a morte, mas Kelly rejeita isso. O plano de Kelly é morrer sem ser carregada para o sistema de San Junipero, como seu amado marido escolheu fazer depois de 49 anos de casamento, arruinado pela morte prematura de sua filha adulta. Kelly deseja assim honrar os sentimentos do seu marido e morrer naturalmente como ele. Dentro de San Junipero, ela e Yorkie discutem sobre isso até Kelly ir embora e deliberadamente bater seu jipe, atirando-a para fora veículo. Yorkie chega no local, mas o tempo semanal de Kelly se esgota no mesmo instante e seu corpo mais jovem virtual desaparece.
O tempo passa e a condição real de Kelly piora. Finalmente, ela muda de opinião e opta por viver na vida após a morte em San Junipero, onde ela e Yorkie podem permanecer juntas e viver felizes, para sempre. Seu corpo real é enterrado com o do marido e da filha. Em uma cena no meio dos créditos, uma corporação conhecida como TCKR Systems opera uma enorme sala de servidores, onde os robôs mantêm as consciências daqueles que agora vivem permanentemente em San Junipero.
O episódio foi recebido com muitos elogios pela crítica, e foi chamado como um dos melhores episódios da série. Benjamin Lee, do The Guardian, observou que o episódio foi para "lugares surpreendentes e, finalmente, pungentes". Tim Goodman, do The Hollywood Reporter, elogiou o "gancho emocional que deixará apenas o mais duro dos corações não derramando lágrimas". Adam Chitwood, analisando o episódio para o Collider, descreveu-o como o "melhor episódio da temporada". Matt Fowler, da IGN, também descreveu o episódio como o melhor da temporada.
Prêmios Emmy 2017
San Junipero brilhou na entrega do Emmy Awards concorrendo nas categorias Melhor Filme para Televisão e Melhor Roteiro de Filme para Televisão. O episódio abocanhou as duas estatuetas, saindo com 100% de aproveitamento.
 O episódio abocanhou as duas estatuetas, saindo com 100% de aproveitamento
Extra: Já comentei este episódio no blog, mas vale a pena voltar e falar mais um pouquinho, a série tem esta sacada, buscar coisas intimas que fazem pensar, e o mais interessante é demonstrar que a tecnologia vem ajudar ou atrapalhar a vida da gente, e este episódio em si demonstra isto. Até onde a tecnologia pode interferir na vida. Ou pós vida. Sempre penso assim: -Se a humanidade utilizasse todo o entendimento e recursos para estender a vida, buscar efetivamente curas, estaríamos em outro patamar, no entanto, há muitas guerras e gastos desnecessários, o episódio demonstra um 'paraíso' e a tecnologia nesta realidade distópica demonstra isto, através dela, a tec, poderíamos criar um momento'ótimo' da nossa vida e viver eternamente neste momento. 
Séries Netflix

Manda quem pode, Black Mirror, Enredo e Crítica


"Shut Up and Dance" é o terceiro episódio da terceira temporada da série antológica de ficção científica britânica Black Mirror. Estrelado por Jerome Flynn e Alex Lawther, o episódio foi escrito pelo criador da série e showrunner Charlie Brooker juntamente com William Bridges. A estreia aconteceu pela Netflix em 21 de outubro de 2016.

Uma mulher (Susannah Doyle) dirige um carro até um parque de estacionamento, bastante nervosa, ela deixa as chaves do veículo em um dos arcos dos pneus antes de receber um texto no celular e ir embora.

Kenny (Alex Lawther), um adolescente, instala um removedor de malware em seu laptop depois que sua irmã pegou-o emprestado sem permissão. Usando o primeiro link de pesquisa, para um site chamado "Shrive", ele consegue remover o vírus. No entanto, um hacker oculto ganha acesso à webcam do laptop e grava Kenny se masturbando na frente do mesmo. O hacker envia um e-mail para Kenny dizendo-lhe para fornecer seu número de telefone, ou o vídeo dele se masturbando seria liberado para todos na sua lista de contatos. Kenny aceita e envia seu número.

O hacker diz-lhe para manter o telefone ligado e carregado o tempo todo, da mesma forma, ele deve deixar seus serviços de localização habilitados para o hacker saber onde ele está. Por fim, o hacker também diz a Kenny para aguardar até que ele fosse "chamado".

No trabalho, Kenny recebe uma mensagem de texto do hacker, instruindo-o a ir até o último andar de um parque de estacionamento, ou seu vídeo será lançado. Kenny diz a sua chefe (Hannah Steele) que está se sentindo doente e consegue uma desculpa para sair e chegar lá bem a tempo. No estacionamento ele encontra um motociclista (Ivanno Jeremiah), também uma vítima do hacker, que dá a Kenny uma caixa com um bolo dentro. O motociclista tira uma foto de Kenny. Kenny é instruído a escrever um número de código para verificar a entrega e é dito para entregar o bolo para um homem em um quarto de hotel. Quando a porta do quarto do hotel é finalmente aberta, Kenny conhece Hector (Jerome Flynn), que também é um "refém" do hacker. Depois de vomitar e beber uma garrafa, Hector aceita a situação. Kenny é instruído a tirar uma foto de Hector para confirmar a entrega. Então, o hacker manda ambos irem até o parque de estacionamento do hotel e usar o carro que a mulher tinha deixado anteriormente.

O par é requisitado para dirigir a um local específico fora da cidade. Hector revela que o hacker personificou uma prostituta que deveria conhecê-lo no quarto de hotel. Como um homem casado, Hector está determinado a cumprir os pedidos do hacker para não enfrentar um divórcio e perder a custódia de seus filhos. Enquanto ele diz a Kenny que os hackers acessaram todo o seu disco rígido para encontrar imagens e mensagens explícitas, Kenny se debruça em lágrimas, aparentemente percebendo que os hackers fizeram o mesmo com seu computador. O par chega até o local e, em seguida, eles são instruídos para olhar dentro do bolo. Eles encontram uma arma, um chapéu e óculos de sol; O hacker pede para eles roubarem um banco nas proximidades. Hector espera no carro como um motorista de fuga. O medo extremo faz Kenny perder o controle de sua bexiga, contudo ele consegue roubar o banco. Depois que a polícia é acionada, ele e Hector escapam.

É dito para Hector destruir o carro sozinho, enquanto é dito para Kenny entrar em uma floresta próxima para entregar o dinheiro. Já dentro da floresta, Kenny conhece um homem (Paul Bazely) com uma grande caixa contendo um drone. Revelando-se como outra vítima do hacker, ele diz para Kenny que eles devem lutar até a morte, enquanto o drone assiste a luta de cima, com o dinheiro indo para o vencedor como um prêmio. O homem pergunta a Kenny que provas têm contra ele; Kenny começa a chorar e diz que ele só olhou para algumas fotos. O homem pergunta: "Eles eram muito jovens?", revelando que Kenny estava se masturbando com pornografia infantil. Kenny, ainda segurando a arma, mira para si mesmo e puxa o gatilho, mas descobre que está sem balas. Os dois lutam, enquanto o drone observa tudo no alto.

Hector volta para casa e recebe outra mensagem de texto do hacker: uma foto de um trollface. Hector descobre então que sua esposa foi informada sobre o encontro com a prostituta. As outras vítimas também tiveram suas informações sensíveis liberadas mesmo tendo cumprido com todas as instruções do hacker, recebendo mensagens de texto com o mesmo trollface.

Kenny sai da floresta, ensanguentado e com o saco, presumivelmente contendo o dinheiro roubado. Ele recebe um telefonema de sua mãe, dizendo-lhe que provas dele se masturbando com pornografia vazou para a imprensa e foi alegado que envolvia "crianças". Ela histericamente exige saber o que ele fez. Kenny não diz nada bem como o hacker novamente envia a imagem do trollface. De repente, as luzes azuis e sirenes de carros de polícia surgem ao fundo enquanto Kenny continua andando incertamente ao longo da estrada. Ele é apreendido por dois policiais.

Crítica

Tim Goodman do The Hollywood Reporter elogiou o desempenho de Alex Lawther no episódio, chamando-o: de "uma das melhores coisas de 2016". Por outro lado, Adam Chitwood do Collider afirmou que, embora não tenha sido um "episódio ruim", foi "Tenso de frustrante [...] [e] um pouco longo demais tendo uma das narrativas mais sombrias da temporada. Robbie Collin, do The Daily Telegraph, avaliou o episódio com 5 de 5 estrelas, descrevendo-o como "inclemente [e] implacavelmente fascinante". Matt Fowler da IGN elogiou o episódio dizendo que deixa o espectador "completamente abalado", e que também foi um "episódio marcantemente doloroso". Sophie Gilbert do The Atlantic comparou o episódio com "White Bear", outro episódio da série em que uma pessoa aparentemente inocente revelou-se como um criminoso.Martin Meany do Goos3D avaliou o episódio com 5 de 5, elogiando a simplicidade do conflito que Kenny enfrenta.
Martin Meany do Goos3D avaliou o episódio com 5 de 5, elogiando a simplicidade do conflito que Kenny enfrenta

Séries Netflix

Versão de teste, Black Mirror, Enredo e Crítica


"Playtest" é o segundo episódio da terceira temporada da série antológica de ficção científica britânica Black Mirror. Estrelado por Wyatt Russell e Hannah John-Kamen, o episódio foi escrito pelo criador da série, Charlie Brooker, e dirigido por Dan Trachtenberg. A estreia aconteceu na Netflix no dia 21 de outubro de 2016.


Cooper (Wyatt Russell) deixa sua casa para viajar pelo mundo enquanto continua ignorando os telefonemas de sua mãe, sentindo-se incapaz de conectar-se a ela depois que seu pai faleceu após desenvolver doença de Alzheimer. Em Londres, Cooper encontra-se e passa a noite com Sonja (Hannah John-Kamen), uma jornalista de tecnologia. No dia seguinte, ele descobre que seu número de cartão de crédito foi roubado, ficando sem dinheiro para uma viagem de volta. Ele volta para Sonja e mostra seu Oddjobs, um aplicativo que lista empregos; Ele vê um nas proximidades relacionado a uma companhia de videogames, SaitoGemu.

Na companhia, Cooper é guiado por Katie (Wunmi Mosaku) até uma sala branca para testar uma nova tecnologia. Apesar dela dizer-lhe para desligar o telefone por razões de segurança, ele o liga novamente quando Katie sai para enviar uma imagem dos aparatos tecnológicos para Sonja. Quando Katie retorna, ela injeta um dispositivo em miniatura na parte de trás de sua cabeça. Durante o processo de inicialização a mãe de Cooper o chama, mas Katie cancela a chamada. Cooper joga um jogo de acertar marmotas, usando a tecnologia de gráficos 3D do chip, e depois é convidado a participar de um teste beta de outra tecnologia. Katie apresenta Cooper ao proprietário da empresa, Shou (Ken Yamamura), que o apresenta a tecnologia, Shou examina seu cérebro para obter informações sobre coisas que o assustam. Então, Kate leva Cooper até uma mansão e o deixa sozinho com apenas um fone de ouvido para comunicar-se com ela. Depois de suportar alguns pequenos sustos intercalados com sua conversa nervosa com Katie, o fone de Cooper começa a apresentar mal funcionamento.

Inesperadamente, Sonja aparece na casa e tenta convencer Cooper de que o jogo é perigoso. Ele inicialmente pensa que ela é outro holograma, porém ela acaba o apunhalando com uma faca enquanto fugia de uma aranha mutante. Cooper a mata, e, depois que experimenta a dor, a faca e a ferida desaparecem, do mesmo jeito que o corpo de Sonja. Katie recomeça a falar no fone de ouvido de Cooper, dizendo-lhe que ele precisa ir para o "ponto de acesso", já que ele deseja que o teste pare. Ele faz como ordenado, mas Katie, em seguida, revela que não existe ponto de acesso. Ela então começa a fazer perguntas básicas, e ele percebe que está perdendo suas memórias. Desesperadamente, ele remove o fone de ouvido, mas ele ainda ouve a voz dela. Ele então esmaga o espelho e tenta remover o dispositivo em miniatura com um pedaço de vidro. Neste ponto, Katie e Shou aparecem, dizendo que a tecnologia atingiu seu cérebro muito profundamente e não pôde ser desligada.

Cooper acorda, de volta à sala onde Katie e Shou iniciaram a experiência; De acordo com Katie e Shou, apenas 1 segundo tinham passado desde o começo do experimento. Shou pede desculpas pelo terror que causou a Cooper, dizendo que o jogo não foi projetado para ir tão longe daquela forma. Enfim, Cooper volta para a casa da sua mãe, mas ela não o reconhece e começa a discar o número dele em seu telefone. É revelado então que Cooper morreu no quarto branco por causa de uma interferência causada pelo seu telefone após um experimento de 0.04 segundos, e que tinha dito "mamãe" enquanto morria.

Hannah John-Kamen aparece neste episódio como Sonja, após ter aparecido brevemente em um papel não relacionado na série, no episódio "Fifteen Million Merits". Em uma entrevista em outubro de 2016, Charlie Brooker revelou que eles inicialmente pretendiam colocar a mesma canção que a personagem de John-Kamen cantou em "Fifteen Million Merits" tocando em um rádio ao fundo no episódio, mas não foi possível devido a questões de licenciamento.

O plot extra no final do episódio não estava no tratamento original, mas Brooker decidiu adicioná-lo após algumas conversas com Trachtenberg. Ele também admitiu que o plot extra foi parcialmente inspirado por Mallory Ortberg, que escreveu em um artigo: "Em seguida em Black Mirror: E os telefones, são demais?". Trachtenberg também revelou que a escalação do elenco de Wyatt Russell como Cooper levou a rudeza do personagem que foi sendo atenuado para que o público estivesse "enraizando para ele aprender uma lição".[5] Além disso, Brooker também revelou que o episódio teve muitos easter-eggs de diversos jogos eletrônicos, includindo BioShock, Indiana Jones and the Temple of Doom e e referências a Resident Evil.


Extra:
Episódio daqueles que você tem que digerir aos poucos, algo que envolve o subconsciente com games, da hora, mas o interessante é pensar que o idealizador da série, é especialista em games, então ao assistir, pense que o episódio representa o conceito Black Mirror. O legal é pensar assim: -Quanto os games são capazes de influenciar o nosso consciente, e se pudessemos, sentir de modo, quase que palpável games aterrorizantes, tais como, os residentes e afins, como seria? Episódio surreal e chocante.
Séries Netflix

Queda Livre, Black Mirror, Enredo e Crítica


"Nosedive" é o primeiro episódio da terceira temporada da série antológica de ficção científica britânica Black Mirror. Estrelado por Bryce Dallas Howard, Alice Eve, Cherry Jones e James Norton, o episódio se passa em um futuro onde uma menina se torna impopular na mídia social. Michael Schur e Rashida Jones escreveram o roteiro para o episódio, baseado em uma história do criador da série e showrunner Charlie Brooker. O episódio estreou na Netflix no dia 21 de outubro de 2016.

Lacie Pound (Bryce Dallas Howard) vive em um mundo onde as pessoas podem avaliar popularidades com cinco estrelas. Lacie, que é obcecada por ser bem recebida, começa o episódio com um índice de aprovação em torno de 4.2. Ela mora com seu irmão Ryan (James Norton), que tem um índice de aprovação inferior e não se preocupa com isso. Seu arrendamento está expirando, e Lacie está ansioso para se mudar para o "luxuoso" Pelican Cove, contra o conselho de seu irmão. A fim ser capaz de ter recursos para viver lá, deve pagar uma renda exorbitante ou ganhar um desconto caso ela possua uma avaliação de 4.5 ou acima.

Naomi (Alice Eve), a amiga de infância de Lacie, pede a ela para ser sua dama de honra em seu casamento. Naomi tem uma classificação de 4.8 e muitos amigos seus que possuem uma "classificação alta" vivem em uma ilha particular. Lacie acredita que se ela entregar um discurso de honra perfeito, sua classificação será elevada até os 4.5 ela precisa. Ela vai para um aeroporto para viajar para o casamento, mas seu voo original é cancelado. Devido a uma discussão com Ryan sobre Pelican Cove e vários encontros infelizes com estranhos aleatórios, sua classificação caiu abaixo de 4.2, ela também acaba tendo um assento recusado em outro voo devido a sua pontuação. Lacie causa uma cena de frustração no aeroporto, e a segurança lhe dá uma punição de 24 horas que temporariamente baixa sua classificação para 3.1 e todos os votos negativos que ela recebe são duplamente multiplicados.

Tendo seu ranking bem mais baixo agora, Lacie só tem a opção de alugar um modelo de carro antigo para dirigir o percurso de nove horas até o casamento de Naomi. Quando seu carro elétrico fica descarregado, ela não pode carregá-lo novamente pois o carro é tão velho que seu adaptador não é mais carregado na estação de carregamento. Lacie tenta pedir carona, mas os motoristas que passam se recusam a parar por causa de sua baixa classificação, e alguns também a negativam sem motivo. Eventualmente, ela consegue uma carona de uma motorista de caminhão, Susan (Cherry Jones), que revela que ela também estava obcecada com classificações até que seu marido não recebeu um tratamento de câncer vital porque ele era um 4.3 ao invés de um 4.4.

Naomi liga para Lacie e diz que ela não é mais bem-vinda no casamento devido à sua classificação, que caiu para 2,6. Enfurecida, Lacie persiste e decide ir de qualquer maneira e se infiltra na ilha, já que sua classificação é muito baixa para entrar oficialmente, e bloqueia a recepção de casamento. Lacie prontamente executa seu discurso e de repente ameaça o novo marido de Naomi, Paul (Alan Ritchson), com uma faca quando ele tenta pegar o microfone. Lacie é presa e tem a tecnologia para ser classificada confiscada. Enquanto está em sua cela de prisão, Lacie começa a trocar insultos com um prisioneiro (Sope Dirisu), e sua raiva mútua se transforma em deleite mútuo à medida que cada um percebe que agora está livre para falar o que quiser sem medo.

O episódio foi recebido com críticas positivas. Benjamin Lee do The Guardian observou que o episódio "consegue criar um mini-universo crível e esteticamente impressionante sem a necessidade de uma exposição cansativa". Além disso, Adam Chitwood do Collider notou que o "mundo exuberante e mordazmente hilariante script de 'Nosedive' traz alguns muito bem-vindos leviandades para o universo de Black Mirror". Matt Fowler da IGN, descreveu o episódio como "divertido e frustrante [mas] funciona bem quando você considera que os próximos dois episódios ficam muito mais aterrados e sombrios". Sophie Lee do The Atlantic comparou o episódio com o Peeple, um controverso aplicativo móvel. Outras análises compararam o episódio com outro que foi exibido anteriormente na série Community.

Por seu desempenho no episódio, Bryce Dallas Howard foi nomeada para o Prémio Screen Actors Guild de Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme.
Por seu desempenho no episódio, Bryce Dallas Howard foi nomeada para o Prémio Screen Actors Guild de Melhor Atriz em Minissérie ou Telefilme
Extra: O que dizer deste episódio? Conceitual, fala diretamente com a realidade atual de mídias sociais, claro que com uma lente de aumento, mas o exagero aqui é válido um tapa na cara de quem (incluo nessa) vive de modo como se vivesse em uma rede social..


Séries Netflix

Natal Branco, Black Mirror, Enredo e Crítica


"White Christmas" é o episódio especial de Natal da série antológica de ficção científica britânica Black Mirror. Estrelado por Jon Hamm, Oona Chaplin e Rafe Spall, o episódio foi escrito por Charlie Brooker, o próprio criador da série, e exibido originalmente no Channel 4 em 16 dezembro 2014.O episódio possui 74 minutos de duração e consiste em três histórias que se desenrolam em um único enredo.


Parte I

O episódio é ambientado em um mundo onde as pessoas podem acessar a Internet através de um dispositivo de realidade aumentada irremovível implantado em seus olhos, chamado "Z-Eye", que permite que a imagem visual do sujeito possa ser vista remotamente através de um computador e permite comunicação de voz para ambos. Matt era um treinador de relacionamentos e ensinava técnicas de sedução para homens solteiros que lutavam para atrair mulheres. Ele guia um de seus clientes, o tímido e socialmente desajeitado Harry (Rasmus Hardiker), para ir até uma festa de Natal em um escritório e se comunica com ele através do Z-Eye. A discussão virtual torna-se uma chamada de grupo envolvendo outros homens solteiros, expressando suas opiniões e sugestões. Matt recolhe informações de mídias sociais das pessoas que estão na festa, e Harry tenta convencer um dos convidados de que eles se conhecem (devido ao fato dele estar de penetra na festa), e então decide tentar se unir a Jennifer (Natalia Tena), uma "estranha moça atraente" que não participa das conversas em grupo.

Com a ajuda de Matt, Harry consegue iniciar uma conversa fernanda com Jennifer, que admite que costumava tomar drogas (medicação psicológica), mas não mais, e que ela está pensando em deixar a empresa depois do Natal. Ela está nervosa sobre qual voz ouvir, aqueles dizendo, "faça isso", ou aqueles dizendo a ela para não fazer nada. Ganhando confiança, Harry a encoraja a ser corajosa e seguir em seguir em frente em sua vida sem medo de mudanças, sugestão a qual ela responde calorosamente.

Quando ela sai para pegar um drinque, Harry exprime suas dúvidas ao grupo sobre um possível engano. Ele discute com Matt em voz alta, e quando Jennifer vê Harry discutindo com ele - e na visão dela aparentemente consigo mesmo - ela pede que ele volte para sua casa. Pensando que eles estão prestes a ter relações sexuais, Harry concorda que Harry deve ir com ela. No quarto, Jennifer oferece-lhe uma bebida, e como Harry se esforça para engolir, ela fala sobre como esta bebida vai libertá-los das "vozes" que os atormentam e tentam entrar em suas cabeças.

Matt e todos os homens assistindo gradualmente deduzem que Jennifer é perigosa e quer envenenar Harry, e Matt diz a Harry para sair imediatamente. Jennifer acredita equivocadamente que Harry e ela sofrem com o mesmo problema e decide que eles vão escapar das vozes juntos, através do suicídio. Harry, enfraquecido, desesperadamente se esforça para explicar sobre o Z-Eye e o clube que estão assistindo-os, mas Jennifer assume que ele está falando metaforicamente e força ainda mais a bebida envenenada pela sua garganta com um funil, depois dela mesma beber o veneno.

Vendo Harry enfraquecendo e incapaz de afastar Jennifer, Matt desliga o computador e avisa para os outros telespectadores para apagarem tudo. Ele recolhe tudo em seu escritório que o conectava a Harry e joga em uma lixeira. Em seguida, ele anda por um corredor escuro de sua casa, tropeçando sobre alguns brinquedos infantis barulhentos que, eventualmente, acordam sua esposa. A esposa de Matt, descobrindo o que ele tem feito, fica zangada e discute com ele. Ela então "bloqueia" ele através do Z-Eye, obscurecendo sua capacidade de ver e ouvir uns aos outros nitidamente.

A esposa de Matt o deixa e toma a custódia de sua filha, e Matt revela que veio então ao posto avançado para recomeçar uma nova vida afastado de tudo, explicando que "não quis ser cercado por lembretes". Ele revela a Joe que seu clube de namoros era apenas o seu hobby e continua a explicar o que ele fazia em seu verdadeiro trabalho.

Parte II

Greta (Oona Chaplin) é uma mulher rica e exigente. Esperando na cama para uma operação, ela rejeita um brinde oferecido em seu café da manhã. Um anestesista chega e aplica-lhe uma máscara facial, dizendo para Greta para contar de dez para trás quando então ela é sedada. Em seguida, Greta sofre uma assustadora experiência fora do seu corpo.

Um "cookie de Greta" - um chip do tamanho de um feijão - é extraído cirurgicamente do lado da cabeça de Greta e é colocado em um dispositivo eletrônico portátil. O dispositivo é devolvido à casa de Greta, onde Matt cumprimenta a consciência confusa e aterrorizada da "Greta cookie". Ele explica que ela não é realmente Greta, mas sim uma cópia digital da consciência de Greta, chamada cookie, projetada para controlar a casa inteligente e agenda de Greta, garantindo que tudo seja perfeito para a verdadeira Greta. Matt cria então um corpo virtual para a cópia digital de Greta e a coloca em um quarto branco simulado que não contém nada além de um painel de controle.

A cópia se recusa a aceitar que ela não é uma pessoa real e rejeita ser forçada a viver como uma escrava dos desejos de Greta. O trabalho de Matt é quebrar a força de vontade das cópias digitais através de tortura, de modo que eles se submeterão a uma vida de servidão a seus homólogos reais. Ele altera a percepção do tempo do cookie de Greta de modo que ela sente como se três semanas tivessem se passado em questão de segundos, ela fica traumatizada por sua solidão na sala sem nada para fazer. Apesar disso, a cópia ainda se recusa a trabalhar, então Matt repete o processo e aumenta o tempo percebido para seis meses. Isso a deixa louca no vazio, então quando Matt reaparece para ela, ela imediatamente se submete ao seu novo papel.

Na manhã seguinte, a verdadeira Greta é despertada por sua música favorita, e sua cópia, cujo espírito está completamente quebrado, prepara o café da manhã de Greta exatamente como ela sabe que Greta gosta e apresenta a ela uma lista de seus próximos compromissos no decorrer daquele dia.

No dia atual, Joe fica enojado por Matt fazer uma carreira onde tortura programas de computador para uma submissão auto-consciente, mesmo que tudo fosse meramente artificial. Matt então observa que Joe é uma empática "boa pessoa", e pergunta-lhe novamente por que ele veio para o posto avançado. Estando sob efeito de álcool decorrente do vinho que ele tomara no jantar, Joe diz que o pai de sua melhor amiga nunca gostou dele e então explica toda a sua situação.

Parte III

Uma vez Joe teve um relacionamento sério com Beth (Janet Montgomery), e quando acreditava que eram bons juntos e na maior parte do tempo felizes, seu problema principal era a sua tendência de interagir com as pessoas quando bebia. Certa noite, enquanto jantava com seus amigos Tim e Gita, Joe nota que Beth parece estar de mau humor. Mais tarde, ao esvaziar o lixo da cozinha, Joe encontra um teste de gravidez com resultado positivo e está muito feliz por descobrir que será um futuro pai. Posteriormente, Beth revela que ela não quer o bebê e está cogitando um aborto. Joe, que ainda está bêbado, fica com o coração partido, e lembrando-se que ela bebeu ao longo do jantar, ele a chama de egoísta e culpada de tentar prejudicar seu filho por nascer.

Muito chateada para conversar, Beth "bloqueia" ele através de seu Z-Eye. Ela deixa Joe na manhã seguinte sem remover o bloqueio, impedindo Joe de se desculpar ou de ver mais do que sua silhueta em fotos. Mais tarde, ele tenta persegui-la no trabalho e reencontra Tim e Gita, que explicam que Beth pediu demissão de seu emprego.

Poucos meses depois, Joe vê a silhueta de Beth (ela ainda está bloqueando-o com o Z-Eye) e vê que ela está em um estágio avançado de gravidez, não tendo feito o aborto. Ele a confronta e pede uma chance para conversar, mas, em vez disso, ele é preso. Joe recebe uma ordem de restrição e é legalmente bloqueado de ficar perto de Beth ou a criança.

Ele escreve muitas cartas de desculpas a Beth, mas ela nunca as responde. Determinado a ver seu filho, Joe espera por Beth na casa do pai, onde ela passa todos os Natais. Escondido no bosque do lado de fora, ele vê Beth com o bebê, mas, como o bloqueio legal se estende até os antecedentes de uma pessoa, a criança também aparece como uma silhueta cheia de estática. Durante os próximos quatro anos, Joe vai para a casa do pai de Beth todos os dias de Natal para assistir seu filho da floresta e deixar presentes anônimos na porta, apesar de ainda estar bloqueado, ele finalmente percebe a criança é uma menina.

Um dia, enquanto assistia às notícias de um telejornal, Joe descobre que Beth morreu num acidente de trem. Uma vez que agora o bloqueio legal foi expirado, Joe pode finalmente ver sua filha. Ele dirige para a casa do pai de Beth com um globo de neve como um presente, Joe localiza a menina no jardim e cautelosamente se aproxima. No entanto, a criança tem características asiáticas, e Joe percebe que Beth tinha traído ele com o Tim, que, ele deduz, é por isso que ela inicialmente queria um aborto e mais tarde se recusou a deixá-lo fazer parte da vida de sua filha. Devastado, Joe acompanha a menina até o chalé e confronta o pai de Beth, que admite ter destruído as cartas que Joe escreveu antes que Beth pudesse lê-las.

Perdendo sua paciência diante de tudo aquilo, Joe acerta o pai de Beth na cabeça com o globo de neve, o que acaba matando-o mesmo sem intenção. Então, ele foge da casa e passa a viver nas ruas por alguns meses, até que ele eventualmente é apreendido pela polícia.

Conclusão

Matt pergunta o que aconteceu com a filha de Beth e, depois de indicar que não consegue se lembrar de ter chegado ao posto avançado ou o que ele e Matt fazem lá, Joe compartilha o que a polícia lhe contou: a garota encontrou seu avô na cozinha, e tentou obter ajuda saindo do chalé em meio a uma nevasca, e congelou até a morte ao lado de uma árvore no jardim. Joe confessa, admitindo que ele foi o responsável pelas duas mortes. Enquanto conversam, Joe percebe aos poucos que o interior do posto é na verdade uma réplica da cozinha do pai de Beth.

Matt se alegra após conseguir obter a "confissão" de Joe. Ele diz brevemente: "Desculpe, Joe", e então desaparece do ambiente.

"Joe" é revelado como sendo um cookie digital semelhante ao cookie de Greta. Como o verdadeiro Joe se recusou a confessar seu papel nas mortes (como não foram descobertas impressões digitais nem testemunhas oculares), a polícia trouxe Matt para tirar uma confissão do cookie de Joe. É revelado que o posto avançado era um ambiente simulado de cinco anos para o cookie que na realidade durou apenas 70 minutos.

Como o verdadeiro Joe é acusado das mortes, Matt pergunta à polícia se ele (próprio) será libertado, tendo sido detido pelo seu treinamento de sedução ilegal e tentativa de ocultar o assassinato de Harry. A oficial Holder (Robin Weaver) revela que Matt será liberado, no entanto ele foi registrado em uma "lista negra", o que significa que ele será automaticamente bloqueado por todos.

Matt sai da delegacia e caminha por um mercado natalino, vendo todas as pessoas como silhuetas brancas, enquanto elas o enxergam como uma silhueta vermelha. Ele será incapaz de interagir com alguém pelo resto de sua vida.

Enquanto isso, o cookie de Joe é deixado em processamento. Um oficial aumenta sua taxa de percepção do tempo para 1.000 anos por minuto e coloca a música "I Wish It Could be Christmas Everday" (que estava tocando no rádio quando Joe matou o pai de Beth) em um loop contínuo no cookie. O corpo da filha de Beth é visível da janela da cabana. Holder aprova a ideia, e revela que irá desligar o cookie depois do Natal.

O cookie de Joe destrói o rádio tocando a música em questão, mas outro aparece em seu lugar, tocando a música mais alto. Depois de destruir vários rádios, cada um sendo substituído por outro mais alto que seu antecessor, Joe desiste e grita.

Escolha do elenco

O episódio apresenta Jon Hamm, Oona Chaplin, e Rafe Spall nos papéis principais. Mais tarde, Hamm declarou que era "um fã de Black Mirror e Charlie Brooker, porque eu tenho uma estranha predileção por coisas britânicas exageradas, e isso não foi exceção. Aconteceu dessa maneira muito estranha, comigo perguntando ao meu agente se eu poderia encontrar o Sr. Brooker. Não sabia que ele estava mesmo trabalhando em uma terceira temporada ou um episódio especial de Natal ou qualquer outra coisa, era simplesmente por que eu realmente gostava de seu trabalho e realmente queria conhecer o cara."Hamm também mencionou que tinha "visto todas as temporadas anteriores e tinha amado absolutamente tudo", e Brooker descreveu a escalação de Hamm como "fortuita". Em contraste com Hamm, Spall aceitou uma parte no episódio sem ter visto a série, mas tendo lido um script para um episódio anterior. Chaplin, que tinha acabado de se mudar do Reino Unido para Los Angeles para capitalizar seu sucesso em Game of Thrones, elogiou o roteiro, afirmando que ela "voou com um plano para ficar por um ano e, em seguida, uma semana depois eu estava voltando ao Reino Unido para fazer isso."

Continuidade

O especial faz referências a episódios anteriores de Black Mirror. No início da cena em que o computador de Matt mostra o chat dos clientes do clube de namoro em uma chamada de conferência, um dos usuários tem o apelido, "I_AM_WALDO", e outro, "Pie Ape". Os Z-Eyes são reminiscentes de um dispositivo semelhante ao visto em "The Entire History of You". Videoclipes e programas de televisão de "The Waldo Moment" e "Fifteen Million Merits" são visíveis quando Joe troca os canais de televisão. O teste de gravidez que Joe encontra na lixeira é o mesmo usado em "Be Right Back". Durante um noticiário, é mencionado o primeiro-ministro de "The National Anthem", bem como Victoria Skillane de "White Bear", e Liam Monroe de "The Waldo Moment". Em uma cena do episódio, Bethany canta "Anyone Who Knows What Love Is", a mesma canção que Abi canta em "Fifteen Million Merits".

Recepção da crítica

O episódio recebeu muitos elogios pelas críticas. Ben Beaumont-Thomas, do The Guardian, elogiou a sátira cômica do episódio e observou que "o sentimentalismo é compensado com a malícia, e o papel de brio e imaginação de Brooker sobre qualquer lacuna na lógica". O crítico do The Telegraph, Mark Monahan, deu ao episódio 4 de 5 estrelas e observou que o drama teve "coisas emocionantes: entretenimento escapista com uma picada muito real em sua essência". Ele equiparou o episódio como o mais forte dos episódios de Black Mirror anteriores, afirmando que "exagerou na tecnologia atual e obsessões para um efeito sutil, mas infernal, um pesadelo pré-natalino e um lembrete de que reverenciar nossos aparelhos digitais é tornar-se seu patético escravo".

Ellen Ejonar do The Independent também elogiou o episódio, resumindo que ele foi "grande em nossa cultura tecnológica, mas também muito bem, bem elenco, habilmente estruturado e verdadeiramente inquietante". Ela também o comparou favoravelmente a outros episódios de televisão de Natal, concluindo que: "em uma época do ano em que Schmaltz geralmente cobre os horários de televisão como uma tempestade de neve, esse olhar de esguelha para o estado de humanidade é ainda mais bem-vindo".Danny Krupa do IGN avaliou o episódio com 8.5 de 10. Em particular, elogiou as atuações, embora tenha observado que o papel de Chaplin foi o menos desenvolvido. Apesar da escalação de Hamm, Krupa observou: "é realmente Spall que brilha mais ao longo de 90 minutos, enquanto experimentamos toda a profundidade de sua miséria". Finalmente, o Den of Geek notou que o final do episódio foi "um desenvolvimento emocionante que convida você a reavaliar tudo desde o início (algo que será muito beneficiado com o lançamento do DVD, quando pudermos fazer isso sem todos os intervalos de anúncios)"
 Finalmente, o Den of Geek notou que o final do episódio foi "um desenvolvimento emocionante que convida você a reavaliar tudo desde o início (algo que será muito beneficiado com o lançamento do DVD, quando pudermos fazer isso sem todos os interva...

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O momento Waldo, Black Mirror, Enredo e Crítica



"The Waldo Moment" é o terceiro e último episódio da segunda temporada da série antológica de ficção científica britânica Black Mirror. Foi estrelado por Daniel Rigby, Chloe Pirrie, Jason Flemyng, e Tobias Menzies. O episódio foi escrito por Charlie Brooker, o próprio criador da série, e foi originalmente exibido no Channel 4 no dia 25 de fevereiro de 2013.

O episódio teve origem em uma ideia para Nathan Barley, um projeto de televisão anterior co-escrito por Charlie Brooker e Chris Morris.

Jamie Salter (Daniel Rigby) é um comediante falido que executa a voz e os movimentos (por intermédio de um manipulador remoto) de um urso de desenho animado chamado Waldo, que entrevista políticos e outras figuras de autoridade. Os entrevistados são enganados em pensar que as entrevistas de Waldo são para um programa de televisão para crianças, quando eles são realmente para um late-night talk show. O urso Waldo é extremamente popular com o público britânico, e um piloto para sua própria série é comissionado. Apesar do sucesso do personagem, Jamie está deprimido e insatisfeito com a sua vida.

Durante uma sessão de brainstorming para o piloto de Waldo, o produtor Jack Napier (Jason Flemyng), que detém os direitos de Waldo, brinca ao sugerir que Waldo competisse contra políticos reais em uma próxima eleição futura na cidade de Stentonford, então ele poderia se opor a um de seus últimos entrevistados, o candidato conservador Liam Monroe (Tobias Menzies). Jamie relutantemente concorda, preocupado em entrar no mundo da política. A empresa de produção dirige-se de campanha em campanha, projetando Waldo em uma tela ao lado de uma van que vai dirige até onde Monroe está fazendo sua campanha, dessa forma, Waldo consegue humilha-lo publicamente. Durante a campanha, Jamie encontra Gwendolyn Harris (Chloe Pirrie), candidata trabalhista da eleição que, apesar de não ter chance de ganhar, entra na eleição para promover sua própria carreira política. Jamie e Gwendolyn dormem juntos, mas depois Gwendolyn é avisado pelo seu gerente de campanha para ficar longe de Jamie durante a campanha. Jamie não consegue entender o porque dela está evitando-o e desenvolve um desprezo pela carreira política.

Agravado pela tentativa de Monroe de zombar dele em um painel de televisão, Jamie emite um discurso contra a artificialidade dos políticos, expondo a carreira política de Gwendolyn no processo. Esse discurso se torna um sucesso no YouTube, e Waldo acaba ganhando mais apoio público enquanto a campanha de Gwendolyn rapidamente declina. Jamie e Napier se encontram com Jeff Carter (David Ajala), parte de uma agência americana não identificada que afirma que, desde que Waldo não é uma pessoa real, ele tem o potencial de se tornar um rosto popular de uma forma a tornar-se uma autoridade global. Jamie resiste a essa ideia. Ele tenta se desculpar com Gwendolyn por suas ações, mas ela o afasta, enfurecida por ter danificado sua carreira. No último dia da campanha, ele pede ao público para não votar em Waldo, deixando a van e tentando esmagar a tela. Napier assume os controles de Waldo e ordena ao público atacar Jamie. No dia da eleição, Jamie observa os resultados de uma cama de hospital; Monroe vence, com Waldo (agora controlado por Napier) chegando em segundo e Gwendolyn em terceiro lugar. Napier incita o público a um motim.

Durante os créditos finais, é relevado que Jamie se tornou um desabrigado. Waldo é visto em telas de TV, mostrando a visão da agência americana através de um rosto amigável enquanto usufrui de autoridade.

O The A.V. Club avaliou o episódio com um C +, concluindo: "Não há apenas o suficiente para sugerir que o momento de Waldo duraria muito mais do que 15 minutos, e o show não ajuda por ter todos os seus personagens de acordo." O Den of Geek também concordou, afirmando: "Este foi um episódio de Black Mirror menor, no caso, mas isso é em parte porque a qualidade dos demais tem sido tão alta."O The Telegraph deu ao episódio 3 de 5 estrelas, escrevendo: "Brooker não deu mais ovos, pelo menos, não até o fim, onde mostrou uma visão distópica de Waldo tornando-se um meio de controle mental universal."

Vários sites de notícias, incluindo um de Chris Cillizza, repórter político do The Washington Post, compararam a campanha política de Donald Trump em 2016 com o episódio; mais tarde, em setembro de 2016, Charlie Brooker também comparou a campanha de Trump com "The Waldo Moment" e previu que Trump ganharia as eleições de 2016. Na noite da eleição, na hora em que a vitória de Trump estava se tornando clara para a nação, Black Mirror enviou um tweet proclamando: "Este não é um episódio, não é marketing, é a realidade".
 Na noite da eleição, na hora em que a vitória de Trump estava se tornando clara para a nação, Black Mirror enviou um tweet proclamando: "Este não é um episódio, não é marketing, é a realidade"
Extra:
Palabritas do autor do blog, Apesar de muitos citarem mal o episódio, gostei e pronto, tem até o Jack Randon do Outlander nele e o Waldo, quase Waldry



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Urso Branco, Black Mirror, Enredo e Crítica


"White Bear" é o segundo episódio da segunda temporada da série antológica de ficção científica britânica Black Mirror. O episódio apresenta uma trama autônoma que gira em torno de uma mulher (Lenora Crichlow) que não se lembra de quem ela é ao acordar em um lugar onde quase todo mundo é controlado por um misterioso sinal de televisão. Junto com uma das poucas mulheres que não foram não afetadas (Tuppence Middleton), elas devem parar o transmissor "White Bear" enquanto algumas pessoas tentam matá-las.O episódio foi escrito por Charlie Brooker, o próprio criador da série, e exibido pela primeira vez no Channel 4 em 18 de fevereiro de 2013, onde foi visto por 1,2 milhões de espectadores. Inicialmente, Brooker escreveu uma história apocalíptica, mas quando eles estavam prestes a filmar o script em uma antiga base da Força Aérea dos EUA, ele mudou de ideia devido a uma cerca que viu no local. Ele reescreveu o texto em dois dias, e removeu alguns detalhes que poderiam ser úteis para uma história seguinte. A principal mudança foi feita em seu fim: Um plot twist foi adicionado na trama - e isto foi destacado como o aspecto mais impressionante do episódio pela maioria das análises.

Uma mulher (Lenora Crichlow) acorda em uma casa e descobre que está com amnésia. Ela se vê cercada por imagens de uma menina pequena (Imani Jackman) — que ela assume como sua filha —, bem como fotos de si mesma e um homem (Nick Ofield). A mulher sai da casa e vê várias pessoas gravando-a em seus telefones, mas ignorando seus pedidos de ajuda. Um homem mascarado chega e começa a atirar nela com uma espingarda. Ela foge e encontra Jem (Tuppence Middleton) e Damien (Ian Bonar). Jem e a mulher escapam do homem mascarado, que mata Damien. Jem explica que um sinal misterioso começou a aparecer nas televisões e na internet, transformando a maioria da população em espectadores passivos que não fazem nada além de gravar tudo ao seu redor. A mulher e Jem não foram afetadas, mas também são um alvo para os "caçadores", seres humanos também não afetados mas que agem sadisticamente. Jem planeja ir até um transmissor chamado "White Bear" para destruí-lo e parar o efeito do sinal na área.

Enquanto viajam, um homem chamado Baxter (Michael Smiley), que também não foi afetado, consegue capturá-las. No entanto, ele as conduz até uma floresta onde as mantém sob a mira de uma arma. Quando a mulher está prestes a ser torturada por ele, Jem mata Baxter. Eles continuam viajando para o transmissor, enquanto a mulher tem visões de eventos passados ​​e futuros. Quando chegam ao transmissor, dois caçadores as atacam. A mulher luta com um dos caçadores que está armado com uma espingarda e, imediatamente após conseguir posse da arma, atira em seu atacante, só que a munição era apenas confete.

As paredes se abrem e revelam uma audiência aplaudindo depois de observar toda a fuga; Jem, Damien, e os caçadores são revelados como sendo atores. A mulher está amarrada a uma cadeira, e Baxter aparece para explicar tudo: seu nome é Victoria Skillane, e a menina na foto era realmente uma menina de seis anos chamada Jemima Sykes, a quem Victoria e seu noivo, Iain Rannoch, sequestraram a poucos quilômetros de sua casa. Iain torturou e matou a menina e depois queimou seu corpo, enquanto Victoria gravou suas ações em seu telefone celular. O "White Bear", originalmente o ursinho da vítima, tornou-se um símbolo da investigação nacional do assassinato, enquanto o símbolo presente nas televisões era idêntico à tatuagem que identificou Iain, que se suicidou em sua cela antes do julgamento. Insistindo que estava "sob o feitiço de Iain", Victoria foi sentenciada a sofrer uma experiência em que sentiria os mesmos sentimentos de terror e desamparo que fez a vítima, repetidamente todos os dias.

Victoria, que ainda não tem uma lembrança clara desses acontecimentos, é levada de volta para o complexo, passando por uma multidão que a ataca arremessando pedras e alimentos (sob encorajamento da equipe) e retorna para onde ela acordou. Victoria é colocada de frente para uma televisão e assisti as imagens de Jemima, enquanto Baxter coloca eletrodos em sua cabeça para limpar sua memória dos eventos que aconteceram no dia. Ao longo dos créditos finais, os eventos de um novo dia são vistos do ponto de vista do pessoal do "White Bear Justice Park" e os visitantes que desempenham o papel de filmar Victoria.

"White Bear" foi transmitido pela primeira vez no Reino Unido pelo Channel 4 às 22 horas de 18 de fevereiro de 2013. Segundo o Broadcasters Audience Research Board, o episódio foi visto por um número estimado de 1.2 milhões de telespectadores, que correspondeu a 7.2% da audiência britânica. Alcançou um número mais baixo do que o episódio de estreia da temporada, "Be Right Back", que foi visto por 1.6 milhão de pessoas (9%). Brooker delcarou que "White Bear" é definitivamente o episódio que fornece "a reação mais visceral e insana de telespectadores".
 Brooker delcarou que "White Bear" é definitivamente o episódio que fornece "a reação mais visceral e insana de telespectadores"

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Volto Já, Black Mirror, Enredo e Crítica



"Be Right Back" é o primeiro episódio da segunda temporada da série antológica de ficção científica britânica Black Mirror. Foi escrito por Charlie Brooker, o próprio criador da série, e exibido originalmente no Channel 4 em 11 de fevereiro de 2013.

Martha (Hayley Atwell) e Ash (Domhnall Gleeson) são um jovem casal que se mudam para uma casa remota no campo. Um dia após a mudança, Ash é morto ao tentar retornar para casa em uma van alugada. Depois de descobrir que está grávida, Martha relutantemente experimenta um novo serviço online que permite que as pessoas permaneçam em contato com o falecido. Usando todos os seus últimos perfis de comunicação online e redes sociais, um novo "Ash" pôde ser criado virtualmente. Depois de começar com mensagens instantâneas, Martha carrega vídeos e fotos de Ash para o banco de dados do serviço, para que assim ele possa duplicar a voz de Ash e conversar com Martha por telefone. Martha se permite acreditar que ela está falando com seu parceiro morto, e nas semanas seguintes ela conversa com o artificial Ash quase sem parar, mantendo-o atualizado sobre a gravidez. Depois que Martha acidentalmente danifica seu telefone e tem um ataque de pânico quando ela temporariamente perde contato com o serviço, o artificial Ash a informa sobre o próximo estágio do serviço, que ainda está em fase experimental: um corpo feito de carne sintética onde o programa pode ser carregado.

Seguindo as instruções artificiais de Ash, Martha transforma um corpo branco sintético em um androide que parece quase exatamente como Ash e só está faltando características menores, como o cabelo facial e uma toupeira no peito. A partir do momento em que o androide é ativado, Martha se sente desconfortável e luta para aceitar a sua existência. Apesar do androide satisfazê-la sexualmente, ela rapidamente fica frustrada por ele fazer constantemente o que ela diz sem questionar, a sua falta de emoção (pois ele só expressa emoções quando ela diz isso para fazê-lo) e a ausência de determinados hábitos e traços de personalidade que o verdadeiro Ash tinha, mas que o serviço não tinha informações. Ao levá-lo até a beira de um precipício, ela ordena que ele salte. Tomando como uma sugestão dela, o androide implora pela sua própria vida.

A cena seguinte decorre vários anos mais tarde, e mostra Martha levantado sua agora filha de sete anos de idade (Indira Ainger) até a casa de campo, onde ela está mantendo o Ash android trancado no sótão. Ela permite que sua filha veja o androide nos fins de semana, mas a filha de Martha convence-a a permitir que ela entre no sótão em seu aniversário. Enquanto sua filha está no sótão com o androide, Martha espera no fundo do sótão, com lágrimas no rosto, antes de se juntar a eles.

O episódio foi recebido com elogios pelas críticas. O The A.V. Club avaliou o episódio com um A-, descrevendo-o como uma "audaciosa" abertura de temporada e adicionou: "é em parte sobressalente, assombrando, focalizando na dor de uma mulher e sua perda repentina de seu outro significativo, e após ela comprar um clone para substituí-lo, preenchendo inicialmente a lacuna em sua vida, rapidamente é mostrado o quão deficiente é fazer isso de diversas formas." O The Independent resumiu sua análise dizendo: "'Be Right Back' funciona muito bem pois captura o zeitgeist da mídia social. Foi uma história encantadora e emocionante - mais do que 'Fifteen Million Merits' - e um mundo longe do que Brooker e nós estamos acostumados. Ele pôde escrever uma história emocionante e agarrá-la até um final que poderia ser agridoce e evitou torná-lo excessivamente trágico e deprimente com um clichê de suicídio em um penhasco". O The Daily Telegraph avaliou o episódio com 4 de 5 estrelas dizendo: "O show tocou em idéias importantes - a maneira falsa que às vezes é nos apresentada online, e nosso crescente vício em vidas virtuais - mas também foi uma exploração tocante do sofrimento. Para mim, é a melhor coisa que Brooker já fez."

Segundo o Den of Geek: "Ao reduzir ainda mais o seu alcance, 'Be Right Back' apenas intensifica sua força dramática: uma parábola de ficção científica sobre morte e fantasmas virtuais, esse episódio de abertura é apropriadamente assustador".O Digital Spy escreveu: "A estreia da segunda temporada de Black Mirror é assustadora e se intensa ao mesmo tempo. Há corações reais e personagens que vivem e respiraram - mesmo quando eles não o são", e avaliou o episódio com 4 de 5 estrelas. O The Huffington Post comentou: "O último episódio de Black Mirror, 'Be Right Back', é uma visão assombrosa do futuro e do que nossa relação com a tecnologia pode se tornar. É também um lembrete de como nossa relação com a tecnologia mudou desde meados do século XX." A revista Empire classificou o primeiro encontro entre Martha e o android Ash como um dos 50 maiores momentos da ficção científica.

Crítica:

O episódio foi recebido com elogios pelas críticas. O The A.V. Club avaliou o episódio com um A-, descrevendo-o como uma "audaciosa" abertura de temporada e adicionou: "é em parte sobressalente, assombrando, focalizando na dor de uma mulher e sua perda repentina de seu outro significativo, e após ela comprar um clone para substituí-lo, preenchendo inicialmente a lacuna em sua vida, rapidamente é mostrado o quão deficiente é fazer isso de diversas formas." O The Independent resumiu sua análise dizendo: "'Be Right Back' funciona muito bem pois captura o zeitgeist da mídia social. Foi uma história encantadora e emocionante - mais do que 'Fifteen Million Merits' - e um mundo longe do que Brooker e nós estamos acostumados. Ele pôde escrever uma história emocionante e agarrá-la até um final que poderia ser agridoce e evitou torná-lo excessivamente trágico e deprimente com um clichê de suicídio em um penhasco". O The Daily Telegraph avaliou o episódio com 4 de 5 estrelas dizendo: "O show tocou em idéias importantes - a maneira falsa que às vezes é nos apresentada online, e nosso crescente vício em vidas virtuais - mas também foi uma exploração tocante do sofrimento. Para mim, é a melhor coisa que Brooker já fez."

Segundo o Den of Geek: "Ao reduzir ainda mais o seu alcance, 'Be Right Back' apenas intensifica sua força dramática: uma parábola de ficção científica sobre morte e fantasmas virtuais, esse episódio de abertura é apropriadamente assustador". O Digital Spy escreveu: "A estreia da segunda temporada de Black Mirror é assustadora e se intensa ao mesmo tempo. Há corações reais e personagens que vivem e respiraram - mesmo quando eles não o são", e avaliou o episódio com 4 de 5 estrelas. O The Huffington Post comentou: "O último episódio de Black Mirror, 'Be Right Back', é uma visão assombrosa do futuro e do que nossa relação com a tecnologia pode se tornar. É também um lembrete de como nossa relação com a tecnologia mudou desde meados do século XX." A revista Empire classificou o primeiro encontro entre Martha e o android Ash como um dos 50 maiores momentos da ficção científica.
" A revista Empire classificou o primeiro encontro entre Martha e o android Ash como um dos 50 maiores momentos da ficção científica
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