Pesquisar este blog

Translate

28.5.15

Homem ilustrado

Por Waldryano
Para o blog Waldryano


Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

27.5.15

Mais uma ilustração retrato masculino

Por Waldryano
Para o blog Waldryano


Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

Nova ilustração

Por Waldryano
Para o blog Waldryano


Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

26.5.15

Mulher ilustrada

Por Waldryano
Para o blog Waldryano



Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

25.5.15

nova arte

Por Waldryano
Para o blog Waldryano


Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

24.5.15

Dom Casmurro | diário de leitura 2

Por Waldryano |Para o blog Waldryano


Diário de Leitura 2
Estudo da obra: Uma análise do personagem Dom Casmurro na obra machadiana.



Gênero: romance.( D. Casmurro é um ROMANCE de Machado de Assis). 

Clímax: Tem-se o Clímax quando Bentinho casa-se com Capitu, tem um filho, e começa ter a desconfiança que o filho não é dele (principalmente quando Bentinho fala diretamente à Capitu na volta desta da Igreja, e pensa em envenenar o filho)
Ambiente:
Físico: Centro Urbano
Social: Familiar da Classe Media Alta
Temática: A temática de Machado envolve desde o uso de citações referentes a eventos de sua época até os mais intricados conflitos da condição humana.
Em uma visão crítica com base no feminismo, temos em Dom Casmurro a dúvida sobre a existência do adultério de Capitu, não havendo em nenhum momento algo que o comprove, permanecendo apenas como suspeitas. Sendo escrito em primeira pessoa, apresenta apenas a interpretação dos fatos presenciados pelo narrador-personagem, não apresentando em nenhum momento outras visões.De uma forma geral, a crítica feminista é limitada e cheia de lacunas








Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

Impressões de leitura Dom Casmurro | diário de leitura 2

Por Waldryano
Para o blog Waldryano

Diário de Leitura 2
para o ensaio: Uma análise do personagem Dom Casmurro na obra machadiana.


Gênero: romance.( D. Casmurro é um ROMANCE de Machado de Assis). 
Clímax: Tem-se o Clímax quando Bentinho casa-se com Capitu, tem um filho, e começa ter a desconfiança que o filho não é dele (principalmente quando Bentinho fala diretamente à Capitu na volta desta da Igreja, e pensa em envenenar o filho) 
Ambiente: 
Físico: Centro Urbano 
Social: Familiar da Classe Media Alta 
Temática: A temática de Machado envolve desde o uso de citações referentes a eventos de sua época até os mais intricados conflitos da condição humana. 

Em uma visão crítica com base no feminismo, temos em Dom Casmurro a dúvida sobre a existência do adultério de Capitu, não havendo em nenhum momento algo que o comprove, permanecendo apenas como suspeitas. Sendo escrito em primeira pessoa, apresenta apenas a interpretação dos fatos presenciados pelo narrador-personagem, não apresentando em nenhum momento outras visões.De uma forma geral, a crítica feminista é limitada e cheia de lacunas



Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

23.5.15

Dom Casmurro | diário de leitura 1

Por Waldryano | Para o blog Waldryano


Diário de Leitura 1
Estudo da obra: Uma análise do personagem Dom Casmurro na obra machadiana.


O livro Dom Casmurro, foi publicado em 1899, e retrata a sociedade daquele período, com um olhar crítico do Autor.
Também é explorado pelo autor a temática ciúme. Ao observar o comportamento da personagem feminina Capitu, verifica-se como era uma mulher naquela época, e como na normalidade deveria se portar. O protagonista Bentinho, também tem um comportamento típico esperado dos homens daquele contexto. 
O livro permite, várias leituras e interpretações, uma observação conservadora, delimitaria, a situação como; um marido traído, injustiçado, com uma mulher leviana e infiel.

Porém também pode-se questionar esse comportamento. O marido, pode também ser uma pessoa que sofre de um ciúme doentio, deste modo não consegue raciocinar com propriedade, lembrando que o autor oferece a perspectiva do protagonista na sua narrativa.
Os objetivos deste ensaio, é discutir o comportamento humano até que ponto uma suposição pode tomar o convívio insuportável, ou fazer com que as pessoas passam a agir de modo doentio, e fugirem de um comportamento natural.

Para fazer essas observações foi Feito a leitura do texto disponível em:
http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/literatura/dom-casmurro-analise-obra-machado-assis-698986.shtml


Impressões de leitura Dom Casmurro | diário de leitura 1


Por Waldryano
Para o blog Waldryano

Diário de Leitura 1
para o ensaio: Uma análise do personagem Dom Casmurro na obra machadiana.

O livro Dom Casmurro, foi publicado em 1899, e retrata a sociedade daquele período, com um olhar crítico do Autor.

Também é explorado pelo autor a temática ciúme. Ao observar o comportamento da personagem feminina Capitu, verifica-se como era uma mulher naquela época, e como na normalidade deveria se portar. O protagonista Bentinho, também tem um comportamento típico esperado dos homens daquele contexto. 




O livro permite, várias leituras e interpretações, uma observação conservadora, delimitaria, a situação como; um marido traído, injustiçado, com uma mulher leviana e infiel.

Porém também pode-se questionar esse comportamento. O marido, pode também ser uma pessoa que sofre de um ciúme doentio, deste modo não consegue raciocinar com propriedade, lembrando que o autor oferece a perspectiva do protagonista na sua narrativa.




Os objetivos deste ensaio, é discutir o comportamento humano até que ponto uma suposição pode tomar o convívio insuportável, ou fazer com que as pessoas passam a agir de modo doentio, e fugirem de um comportamento natural.

Para fazer essas observações foi Feito a leitura do texto disponível em:
http://guiadoestudante.abril.com.br/estudar/literatura/dom-casmurro-analise-obra-machado-assis-698986.shtml




19.5.15

Ana e Erick


Por Waldryano
Para o blog Waldryano

Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

18.5.15

lavo minhas mãos na inocência [Salmos 26]

"Lavo as minhas mãos na inocência; e assim, ó Senhor, me acerco do teu altar, para fazer ouvir a voz de louvor, e contar todas as tuas maravilhas. Ó Senhor, eu amo o recinto da tua casa e o lugar onde permanece a tua glória". 

 Introdução 

Davi como servo do Senhor sempre teve uma grande preocupação em aperfeiçoar na maneira de servir ao Senhor. 

Desenvolvimento: 

Aqui podemos ver esta preocupação quando ele diz, "lavo as minhas mãos na inocência" - As mãos fala do trabalho (ministério) e a inocência nos lembra uma criança, a pureza, a simplicidade, a humildade, era assim que Davi desejava servir (trabalhar) realizar a obra do Senhor com mãos puras(na santificação). E assim andarei - É com santificação que Davi procurava andar e viver pelo caminho (isto é, no projeto) andar e viver no caminho, testemunhando e andando dentro das orientações do Senhor. Ao redor do teu altar - O altar fala da presença do Senhor - E Davi desejava estar sempre ao redor do altar, e quem está ao redor está vivendo as revelações, por que o que procede do altar vem do Senhor e é bom, e assim Davi gozava das bênçãos do Senhor. E hoje para nos estarmos ao redor do altar, estar vivendo a todo momento, quer na igreja, quer no trabalho, na escola ou em casa, podemos viver ao redor do altar é uma questão de viver em constante ato adoração ao Senhor (é viver na revelação). 

Conclusão: 

Alimentando do cordeiro no altar e nos fortalecendo nas doutrinas, isto nos leva a testificar com voz de louvor (adoração) as maravilhas que o Senhor tem realizado no nosso meio. Assim testificamos, anunciamos, testemunhamos no nosso dia a dia onde quer que seja, a todos que estão a nossa volta. E é isto que gera salvação na casa do Senhor.

Deus livra da opressão [Sl 79;13]


"Chegue à tua presença o gemido dos presos; segundo a grandeza do teu braço, preserva aqueles que estão sentenciados a morte". 

INTRODUÇÃO 

O salmista descreve aqui a situação de um povo oprimido, desolado sem esperança, que só encontraria a solução nas mãos do senhor Deus. 

DESENVOLVIMENTO 

 "Chegue a tua presença os gemidos dos presos"...- Deus não está indiferente ao clamor do necessitado e aflito. O homem nesta hora está dominado por muitas coisas deste mundo se encontra "Preso", no pecado sem alegria sem salvação condenado a um juízo ( morte eterna) "Segundo a grandeza do seu braço"... - É o poder de Deus para acolher o homem nos seus braços. O homem nos braços de Jesus agora se sente seguro, protegido diante da grandeza deste Amor. A grande salvação. "Preserva aqueles que estão sentenciados a morte"...- Aponta para o sacrifício de Jesus, que livra o homem de uma sentença de morte resgatando-lhe para vida eterna em que ele não conhecia. 

CONCLUSÃO 

O homem sem Deus está condenado pelo seu pecado, mas o amor do Senhor que é Jesus na sua vida o livra da morte e dá condição de vida eterna.

17.5.15

ilustração menina

Por Waldryano
Para o blog Waldryano


Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

15.5.15

eu e o meu irmão ilustração

Por Waldryano
Para o blog Waldryano




Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

Fernanda Brum em ilustração

Por Waldryano
Para o blog Waldryano
fernanda brum cantora gospel


Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

13.5.15

Prisão Capítulo 9

Por Waldryano |Para o blog Waldryano


Capítulo 9
O mentor de um crime

E aí apagou o cara? Falava o pai do Nilmar logo após o Robson ter o deixado em em casa.

-Sim pai...
-Levou o Robson lá e atirou, fez ele atirar é importante.
-Sim Pai. Pai mesmo treinando tanto, fiquei com medo de atirar no Zecão.
-Atirou?
-Sim atirei, mas não gostei, estou arrependido.
-E ele ? se arrependeu da surra que te deu? Ein? Não criei filho para apanhar na escola, e ele não te perseguia? Não criei filho para ser covarde.
-E usou o carro do seu amigo almofadinha Robson?
-Sim Pai, usei o carro.
-Usou a luva? e quando colocou a arma na mão do Robson para ele dar o tiro, não se esqueceu de entregar com um lenço?
-Sim pai quando atirei no Zecão, usei uma luva, e quando entreguei para o Robson com um lenço, igual ensaiamos exaustivamente.
-E a arma escondeu onde eu falei?
-Sim Pai, agora tome isto...
O menino Nilmar toma um calmante forte, pois estava nervoso, logo dorme, no sofá mesmo, enquanto seu pai, dá um sorriso sarcástico, e toma mais um copo de vodca e diz:
-A vingança é um prato que se come cru. Saindo a noite, provavelmente a algum bar...

Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

Prisão Capítulo 8 O mentor de um crime

Por Waldryano
Para o blog Waldryano


Capítulo 8
O mentor de um crime

E aí apagou o cara? Falava o pai do Nilmar logo após o Robson ter o deixado em em casa.

-Sim pai...
-Levou o Robson lá e atirou, fez ele atirar é importante.
-Sim Pai. Pai mesmo treinando tanto, fiquei com medo de atirar no Zecão.
-Atirou?
-Sim atirei, mas não gostei, estou arrependido.
-E ele ? se arrependeu da surra que te deu? Ein? Não criei filho para apanhar na escola, e ele não te perseguia? Não criei filho para ser covarde.
-E usou o carro do seu amigo almofadinha Robson?
-Sim Pai, usei o carro.
-Usou a luva? e quando colocou a arma na mão do Robson para ele dar o tiro, não se esqueceu de entregar com um lenço?
-Sim pai quando atirei no Zecão, usei uma luva, e quando entreguei para o Robson com um lenço, igual ensaiamos exaustivamente.
-E a arma escondeu onde eu falei?
-Sim Pai, agora tome isto...
O menino Nilmar toma um calmante forte, pois estava nervoso, logo dorme, no sofá mesmo, enquanto seu pai, dá um sorriso sarcástico, e toma mais um copo de vodca e diz:
-A vingança é um prato que se come cru. Saindo a noite, provavelmente a algum bar...


Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

12.5.15

homem sorrindo ilustração

Por Waldryano
Para o blog Waldryano




Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

Vó e netinha

Por Waldryano
Para o blog Waldryano

ilustração nova 


Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

Prisão Capítulo 8

Por Waldryano |Para o blog Waldryano


Capítulo 8
Não paro de pensar nela


Levei de carro o Nilmar, ao chegar na sua casa observei que tinha gente acordada, logo a luz se acendeu, deixei o Nilmar, antes disse:
-Se livre daquilo.
-Sim me livrarei, não esquenta. Até Robson.
-Até. Olhei para o Nilmar e senti que ele estava meio nervoso, será que ele estava pensando que eu iria contar para o meu pai o ocorrido, do tiro coisa e tal?

Ao dirigir pensei no que fiz e refletindo fiquei observando que caminho estava trilhando.

Um amigo que leva para atirar na calada da noite.
Uma garota que pensava ser minha futura namorada estava com outro garoto...

Tenho que dar um basta nisto, devo corrigir meus erros.

Cheguei em casa e meu pai fez um sinal mostrando com o dedo no relógio já era 23:30 horas.

-Pai, são só trinta minutos de atraso.
-Trinta minutos... Sei... Entre para dentro.

Minha mãe tinha deixado janta, comi e fui ao banheiro tomar um banho.

Neste momento meu pai foi vistoriar o carro e viu o arranhão, era discreto, parecia que tinha sido arranhado em algo verde... Pensou em ir falar comigo mas deixou para o outro dia.

Enfim na minha cama comecei a pensar na Nelma. Sim nela.
-Como  pode isto? 
-Eu estar pensando naquele versículo e ela orando para minha vida?
Relutava em não pensar nela, mas quanto mais relutava, mais pensava. -O que é isso?
Decidi orar, sim orar agradecendo a Deus e pensei.
-Vou me acertar, vou parar com essa vida louca e se firmar na Igreja, começa amanha cedo, vou voltar para a escola bíblica dominical.

# leitores algo triste vai acontecer com o Robson, fruto de uma amizade errônea, e de seus atos, aguardem...


Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

Prisão Capítulo 8 Não paro de pensar nela

Por Waldryano
Para o blog Waldryano

Capítulo 8
Não paro de pensar nela

Levei de carro o Nilmar, ao chegar na sua casa observei que tinha gente acordada, logo a luz se acendeu, deixei o Nilmar, antes disse:
-Se livre daquilo.
-Sim me livrarei, não esquenta. Até Robson.
-Até. Olhei para o Nilmar e senti que ele estava meio nervoso, será que ele estava pensando que eu iria contar para o meu pai o ocorrido, do tiro coisa e tal?

Ao dirigir pensei no que fiz e refletindo fiquei observando que caminho estava trilhando.

Um amigo que leva para atirar na calada da noite.
Uma garota que pensava ser minha futura namorada estava com outro garoto...

Tenho que dar um basta nisto, devo corrigir meus erros.

Cheguei em casa e meu pai fez um sinal mostrando com o dedo no relógio já era 23:30 horas.

-Pai, são só trinta minutos de atraso.
-Trinta minutos... Sei... Entre para dentro.

Minha mãe tinha deixado janta, comi e fui ao banheiro tomar um banho.

Neste momento meu pai foi vistoriar o carro e viu o arranhão, era discreto, parecia que tinha sido arranhado em algo verde... Pensou em ir falar comigo mas deixou para o outro dia.

Enfim na minha cama comecei a pensar na Nelma. Sim nela.
-Como  pode isto? 
-Eu estar pensando naquele versículo e ela orando para minha vida?
Relutava em não pensar nela, mas quanto mais relutava, mais pensava. -O que é isso?
Decidi orar, sim orar agradecendo a Deus e pensei.
-Vou me acertar, vou parar com essa vida louca e se firmar na Igreja, começa amanha cedo, vou voltar para a escola bíblica dominical.

# leitores algo triste vai acontecer com o Robson, fruto de uma amizade errônea, e de seus atos, aguardem...


Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

Prisão Capítulo 7 Inveja, um sentimento que destrói

Por Waldryano
Para o blog Waldryano

Capítulo 7
Inveja, um sentimento que destrói

Sempre tive inveja do Robson, ele tem um pai que dá de tudo para ele, o meu pai vive me colocando em confusão.
Ele tem sorte com as garotas, lógico, tem carro, tem roupas de marcas e eu? -Nada!

Agora estou dirigindo o carro dele, e tenho que resolver aquele problemão que me enfiei, aí o que fazer?

E aquela hora que retirei a arma da mochila, sim naquele momento me subiu o sangue, poderia acabar com a vida dele, sim, disse a ele que não tinha bala, mas tinha uma...

-Porque será que formigou meu braço?

-E ele, atirou. Parecia um frangote, aquele bebezão mimado do papai, mas ele atirou né?

Neste momento Nilmar fazia uma curva fechada e esbarrou nuns lixos que estavam na esquina, dando uma pequena arranhada no para choque.

Ao dirigir, Nilmar com uma destreza estranha, vestiu uma luva na mão e retirou a arma da Mochila.

Um elemento, o esperava numa esquina escura, ele abriu o vidro e falou assim.

-Isso é para você.

-Dando um tiro. 
O elemento caiu.

Nilmar acelerou o carro, nisto o celular tocou, ele observou pelo toque que não era o dele, e estava no canto da poltrona, ele atende:

-Oi Robson, já passo aí. A mina me deu o cano isso.

Isso já era umas 23:15, ele sabia que o Robson estava atrasado pois as saídas deles só poderiam ser até as 23:00 horas.

# Amados, observem que o Nilmar melhor amigo de Robson, acaba de se envolver num crime, e demonstra seu real sentimento pelo Robson, aguardem os próximos capítulos, Wal :)

Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

11.5.15

Prisão Capítulo 6 Uma folhinha de eucalipto

Por Waldryano
Para o blog Waldryano


Capítulo 6
Uma folhinha de eucalipto

Meu pai foi dormir cedo, fiquei meditando no Salmo 1, agora são dez e quarenta da noite, hoje estou sem sono, sou acostumada a dormir cedo.

No entanto, aquele momento que senti de orar pelo Robson fez eu pensar o que se passava com ele.

O Robson, lembro bem dos seus olhos quando me olhou, amendoados, seu sorriso, acanhado. Mas não entendo porque ele não vai muitas vezes na Igreja.

"-Senhor tu conheces meu coração, traga para minha vida a pessoa certa, que seja dos teus propósitos Pai". orei em voz alta após meditar na leituras bíblica.

De repente um toque na campainha. Que estranho essas horas e um toque só? Olho na janela quem vejo?

Aí, é o Robson. Mas o que ele esta fazendo aqui a essas horas? Será que atendo? Mas é o Robson...
Desci, abri a porta.

-Paz irmã Nelma, disse o Robson. Que voz linda a dele...

-Paz do Senhor, Robson o que esta fazendo essas horas, e eu vi você sair de carro agora a pé?

-Pois é ... Emprestei para o Nilmar, queria emprestar o seu celular para dar um toque para Ele.

Neste instante olhei para o Robson, fiquei meio constrangida e disse: -Claro, vou la buscar, voltei e dei o celular para ele, e num impeto inexplicável retirei uma folhinha que estava nos seus cabelos, uma folha seca. Ele tem os cabelos lisos...

Sempre pensava nele, orava para um dia ter a oportunidade de estar perto dele, e agora ele ali na minha frente,e nem acredito, mas veio a vontade de dizer o que falei. Sabe aquelas coisas que vem na mente da gente e falamos no impulso? enfim falei.

-Sabe Robson, depois daquele encontro com você senti de orar por você, orei eu o Pai e o Pastor.

-Por  acaso passou por algum livramento, pois eu me angustiei e tive que orar, logo após li o Salmo 1.

-Salmo 1? disse o Robson, meio atônito.
-Sim irmã Nelma acabei de passar por uma dificuldade, outro dia te conto com calma. Agora preciso ligar para o Nilmar já esta tarde.

-Assim é claro? Disse ao Robson, lembrando qual era o real motivo dele estar ali.

Então foi o Robson um pouco adiante fazer a ligação trouxe o celular e agradeceu. E eu? com aquela folhinha... Será de eucalipto? Mais tarde guardei dentro da minha Bíblia.

-Sabe Nelma, muito obrigado pela oração voltarei conversar com você, confesso que estou meio fraco na Igreja mas estou sentindo de voltar...

-Irmão Robson, a porta da igreja esta aberta. Nós da juventude somos receptivos e a sua família já é de casa. 

Meu coração bateu mais forte. Que alegria ouvir da boca do Robson aquilo. Ele foi embora eu fiquei observando da janela, logo após fui dormir, sentindo o cheiro daquela folhinha nas minhas mãos, ah, sem dúvidas é uma folha seca de eucalipto.

Meu pai? Dormia nem percebeu que fui atender a porta. Antes de dormir agradeci a Deus pela vida do Robson e pela cura do meu pai. 

Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

Prisão Capítulo 5

Por Waldryano |Para o blog Waldryano


Capítulo 5
Um tiro e nada Mais



Nilmar, olhou pra mim, senti que uma arma para ele era algo natural, eu não estava habituado, e senti o peso do perigo naquilo. Ele disse me assim:
-É simples... Tá vendo aquela lata.

Nem tinha reparado que tinha uma lata lá longe...
-Vou arrumar ela e você vai dar um tiro nela.
- Um tiro? Indaguei-o, Eu tá é louco?

- Só um tiro ao alvo bebezão, só isso.
Sabe, já estava tenso queria sair daquela situação rápido, e o meu amigo queria que eu desse um tiro. E não queria que ele pensasse que sou um medroso.
Ele estava voltando em uns cinco metros de distancia estava aquela lata, era grande não pensei que seria difícil, o que seria difícil era disfarçar. Comecei a tremer igual a uma vara verde.

E veio o Nilmar.

-Nossa você esta tremendo Robson, é só para você dar um tirinho de nada.

-Só um tiro? (nem sei porque disse isso soou meio bobo)
-É só um tiro, daí ele retirou de dentro do bolso, balas deste revolver.
Sabe a tremedeira foi passando e o Nilmar foi explicando como carregar, eu nem prestei atenção que dar o tal tiro logo, para não mostrar que era covarde, e ir ver a garota que já tinha combinado.
-Vamos logo Nilmar, marquei um encontro, só um tiro né...

-Sim, só um tiro.

Pronto, carreguei ele com uma bala.

A partir daquele momento ele colocou na minha mão me posicionou para o modo de atirar.
-Nossa Nilmar nunca imaginava que você tinha uma arma, onde conseguiu?
-Encontrei naquele terreno baldio próximo da minha casa

-Sei...
-Então... Achei lá, vim aqui e treinei uns tiros gostaria que atirasse também depois vou jogar lá de novo.
-E as balas?

-Meu pai tinha guardado...

-Pronto esta na posição, quando você puxa aqui, esta engatilhado e é só atirar, capriche acertando a lata pois só quero gastar uma bala, vai que alguém escuta...

Estiquei o braço e fiz a posição de tiro, Nilmar disse que aprendeu vendo filmes ...

Ele me disse assim: 

-Olha, depois do tiro vai sentir um baque para traz e a arma aquecerá mire na lata e boa...
Ao mirar senti uma sensação estranha atirei, realmente o baque me fez dar um passo para traz.

- Pronto bebezão, ops... Pronto Robson, o que achou?

Agora sabe a sensação de dar um tiro, agora você sabe o que é ter o domínio da situação.
-Olhe Nilmar, atirei, agora prometa que vai se livrar disso, vai que é de bandido.

-Sim, vou me livrar.

-Bora nóis.
-Bora, foi esse bora meio triste, pois não gosto de ser desafiado, mas se era esse o preço para o Nilmar não me chamar de bebezão, paguei, agora ele não chama mais.
-Robson queria te pedir um favor é simples.

-Fale Nilmar.

-Bom, quando você chegar onde combinou com a  Renata me empresta o carro rapidinho para eu dar uma impressionada para a minha garota, prometo que é rapidinho.
Sabe, pensei bastante em dizer não, mas confesso que fiquei com medo do Nilmar dizer para o meu pai que eu andei atirando, imaginei a cena, e num reflexo disse:
-Seja rápido.
No carro, quando estávamos bem próximo do local que combinei com a Renata, pedi para ele deixar uma esquina antes queria ir caminhando, por conta de um motivo. Na hora pouco antes de dar aquele tiro, tinha mijado nas calças, parece cômico, mas não me contive e não sabia o que fazer, contar ao Nilmar acabaria com a minha reputação...
No encontro estava bem adiantado e tinha combinado com a Renata, numa pracinha. É claro que ia dar o bolo nela, não queria que ela me visse mijado.
Nessas horas o Nilmar já estava virando a esquina tinha combinado se encontrar com ele ali mesmo, ia dar umas voltas para disfarçar e depois daria um toque.
Coloquei a mão no bolso e vi que estava sem o celular...
-Quem é aquela pessoa lá na frente?

-A Renata. E, estava com um garoto.
Fiquei irado, disfarcei e virei e dei a volta, lembrei que a casa da Nelma era ali próximo, pensei.

Vou na casa dela e peço para ela dar um toque no meu celular que deve estar no carro, e o Nilmar atenderá, foi o que fiz. fui a casa dela.

Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

Prisão Capítulo 5 Um tiro e nada Mais

Por Waldryano
Para o blog Waldryano

Nilmar, olhou pra mim, senti que uma arma para ele era algo natural, eu não estava habituado, e senti o peso do perigo naquilo. Ele disse me assim:

-É simples... Tá vendo aquela lata.
Nem tinha reparado que tinha uma lata lá longe...

-Vou arrumar ela e você vai dar um tiro nela.

- Um tiro? Indaguei-o, Eu tá é louco?
- Só um tiro ao alvo bebezão, só isso.

Sabe, já estava tenso queria sair daquela situação rápido, e o meu amigo queria que eu desse um tiro. E não queria que ele pensasse que sou um medroso.

Ele estava voltando em uns cinco metros de distancia estava aquela lata, era grande não pensei que seria difícil, o que seria difícil era disfarçar. Comecei a tremer igual a uma vara verde.

E veio o Nilmar.

-Nossa você esta tremendo Robson, é só para você dar um tirinho de nada.
-Só um tiro? (nem sei porque disse isso soou meio bobo)
-É só um tiro, daí ele retirou de dentro do bolso, balas deste revolver.

Sabe a tremedeira foi passando e o Nilmar foi explicando como carregar, eu nem prestei atenção que dar o tal tiro logo, para não mostrar que era covarde, e ir ver a garota que já tinha combinado.

-Vamos logo Nilmar, marquei um encontro, só um tiro né...
-Sim, só um tiro.

Pronto, carreguei ele com uma bala.

A partir daquele momento ele colocou na minha mão me posicionou para o modo de atirar.

-Nossa Nilmar nunca imaginava que você tinha uma arma, onde conseguiu?

-Encontrei naquele terreno baldio próximo da minha casa
-Sei...
-Então... Achei lá, vim aqui e treinei uns tiros gostaria que atirasse também depois vou jogar lá denovo.

-E as balas?
-Meu pai tinha guardado...

-Pronto esta na posição, quando você puxa aqui, esta engatilhado e é só atirar, capriche acertando a lata pois só quero gastar uma bala, vai que alguém escuta...

Estiquei o braço e fiz a posição de tiro, Nilmar disse que aprendeu vendo filmes ...

Ele me disse assim: 

-Olha, depois do tiro vai sentir um baque para traz e a arma aquecerá mire na lata e boa...

Ao mirar senti uma sensação estranha atirei, realmente o baque me fez dar um passo para traz.

- Pronto bebezão, ops... Pronto Robson, o que achou?
Agora sabe a sensação de dar um tiro, agora você sabe o que é ter o dominio da situação.

-Olhe Nilmar, atirei, agora prometa que vai se livrar disso, vai que é de bandido.

-Sim, vou me livrar.
-Bora nóis.
-Bora, foi esse bora meio triste, pois não gosto de ser desafiado, mas se era esse o preço para o Nilmar não me chamar de bebezão,paguei, agora ele não chama mais.

-Robson queria te pedir um favor é simples.
-Fale Nilmar.

-Bom, quando você chegar onde combinou com a  Renata me empresta o carro rapidinho para eu dar uma impressionada para a minha garota,prometo que é rapidinho.

Sabe, pensei bastante em dizer não, mas confesso que fiquei com medo do Nilmar dizer para o meu pai que eu andei atirando, imaginei a cena, e num reflexo disse:

-Seja rápido.

No carro, quando estávamos bem próximo do local que combinei com a Renata, pedi para ele deixar uma esquina antes queria ir caminhando, por conta de um motivo. Na hora pouco antes de dar aquele tiro, tinha mijado nas calças, parece cômico, mas não me contive e não sabia o que fazer, contar ao Nilmar acabaria com a minha reputação...

No encontro estava bem adiantado e tinha combinado com a Renata, numa pracinha. É claro que ia dar o bolo nela, não queria que ela me visse mijado.

Nessas horas o Nilmar já estava virando a esquina tinha combinado se encontrar com ele ali mesmo, ia dar umas voltas para disfarçar e depois daria um toque.

Coloquei a mão no bolso e vi que estava sem o celular...

-Quem é aquela pessoa lá na frente?
-A Renata. E, estava com um garoto.

Fiquei irado, disfarcei e virei e dei a volta, lembrei que a casa da Nelma era alí próximo, pensei.

Vou na casa dela e peço para ela dar um toque no meu celular que deve estar no carro, e o Nilmar atenderá, foi o que fiz. fui a casa dela.


Muito obrigado pela visita, não esqueça de dar maizinho no google+ e curtir no facebook, para comentar aqui tem que ser seguidor. Então siga-me no google friends, os links estão abaixo.

Postagem em destaque

Atitude racista afasta William Waack

William Waack Um vídeo que circulou nas redes socais nesta quarta-feira em que o apresentador William Waack, do Jornal da Globo, aparece...